novembro 09, 2010

1° Boteco Publicitário

Recebi um convite muito bacana da Agência ECO - lá de Maceió.
Vou participar do 1° Boteco Publicitário - evento que reúne Stand Up Comedy e Publicitários - delícia de combinação. Ainda não é dessa vez que vou testar minha veia humorística - até pq tenho certeza que ela não existe. Por isso, vou falar sobre Planejamento mesmo.

Ainda estou trabalhando na apresentação, depois do evento, eu posto ela aqui. Pra quem é de lá, ou quiser acompanhar, segue o material de divulgação do evento, que acontecerá no dia 27 de Novembro.

http://www.botecopublicitario.com.br/

#faseboa

novembro 03, 2010

Quarta é dia de Chmkt!

O Natal está aí.
Não tem mais volta.
Pra entrar no clima de vez, decidi fazer uma série de posts sobre varejistas que têm feito alguma diferença na data!

Confere lá.

outubro 26, 2010

I love running

momentos de correria no trabalho
de corrida na academia (\o/)
corre-corre pra deixar a casa com cara de lar
e muita felicidade no coração
1 mês bem feliz :)

outubro 17, 2010

tenho, logo pertenço

Eu adorooo livros (e confesso ser bem viciadinha na Amazon.com). Assim como @marcellopereira , que sempre compartilhava comigo suas compras, wishlist e até alguns fretes da Amazon. Numa dessas comprinhas, ele acabou recebendo dois exemplares do livro "THE COMFORT OF THINGS", do antropólogo Daniel Miller. Livro nunca é demais, por isso, acabei comprando essa edição extra que a Amazon o enviou.

O livro é simplesmente sensacional. O antropólogo (e a sua equipe) escolheram uma rua de Londres e vistaram todos os seus moradores. A ideia era justamente avaliar a relação dessas pessoas com a sua casa e seus objetos. Então, cada capítulo conta a história de um desses moradores. É simplesmente genial.

A principal conclusão do estudo, está justamente no nome do livro: "I sort of expected, but couldn't really fully imagine, the sadness of lives and the comfort of things".
Parece uma conclusão óbvia dessa nossa sociedade consumista, mas não é bem esse signficiado que o autor está trabalhando. Na verdade, o que o antropólogo concluiu, é que as pessoas criam verdadeiras relações com os objetos das suas casas. O morador tem uma relação emocional com tudo - e não só de indentidade, que gera um sentido, um sentimento de pertencimento àquele lugar.

Eu já havia estudado esse livro, e principalmente, sobre essa relação das pessoas com as suas casas, mas agora que me mudei de cidade, consegui sentir isso de uma maneira mais real.

O que realmente te faz sentir parte de um lugar? Não é apenas um endereço e um emprego? O que me estabele como uma verdadeira moradora de São Paulo? E do meu novo apartemento? Como realmente me sentir parte, pertencente ao novo espaço?

A minha primeira conclusão é que precisava RESTABELECER MINHA ROTINA, para realmente fazer parte da cidade e não viver como uma turista. É claro, por isso, tenho que incorporar minha realidade, minhas preferências, minha vida nesse novo lugar. Adaptando o que for necessário. O engraçado disso, é que a propaganda, a mídia, a vida, nos ensina que rotina é sinônimo de coisa ruim, parada, sem movimento. Carpe Diem! Agora, eu percebo, que é justamente o contrário. A rotina é mais uma dessas relações que trazem sentindo à vida. Rotina não é, necessariamente, algo ruim. Rotina pra mim, é poder jogar meu futebolzinho toda semana. Sem futebol, minha vida fica mais triste.... (por exemplo).

E segunda, e mais importante e ligada ao livro, eu preciso ESTABELER OS ELEMENTOS QUE ME FAZEM SENTIR EM CASA. Por exemplo, ainda estou meio acampada no meu apartamento, principalmente sem sala (sem tv, sem net, sem sofá, sem mesa...). Racionalmente pensando, eu não sinto falta desses elementos. Tenho aproveitado pra conhecer lugares aqui em sampa, resolver outras questões do apto, ler mais, namorar. Mas o que eu sinto falta de verdade? De poder receber pessoas na minha casa. Desde a época da faculdade, antes mesmo de morar sozinha, a minha casa sempre foi o ponto de encontro das minhas amigas. Então, agora, eu me dei conta que isso estava me angustiando muito. Eu quero poder curtir minha casinha. E sem esses elementos, a minha felicidade não vai ser completa.

Louco isso. Eu até imagina, não não tinha a real dimensão "about the comfort of things"...

imagens via aqui e aqui.

outubro 13, 2010

Quarta é dia de Chmkt!


Novo logo x velho logo.
O que vc faria se os fãs e consumidores da sua marca, rejeitassem seu novo logo? Voltaria atrás? Ou fingiria que nada aconteceu? Confere lá essa louca história da GAP.

outubro 07, 2010

Desafio ao Varejo de Telefonia

Com a mudança para São Paulo, tive que experimentar mais uma vez a fúria do atendimento das redes de telefonia. Eu poderia, aqui, descrever todos os absurdos e casos do péssimo atendimento e serviço, mas tenho certeza que todo mundo já passou pelos meeeeesmos problemas e histórias.


Por isso, decidi ir mais a fundo. Ao invés de ficar apenas discutindo os mesmos defeitos, que todo mundo já conhece, eu queria saber mais. Afinal, por que todas varejistas de telefonia são tão - tão tão tão - ruins?

Ano passado, eu tentei decifrar a lógica do negócio, atráves desse post. Hoje, vejo que o problema foi muito mais além. Por isso, decidi descrever como o varejo de telefonia está indo no sentindo contrário as tendências de varejo do mundo.


PROBLEMA 01: NÃO EXISTE UMA MARCA ÚNICA E NACIONAL
Não, eu não fiquei louca de vez. Você já se deu conta que esse papo de cobertura nacional é só um MENTIRA DESLAVADA do setor? Ok, calma, no mínimo uma MEIA VERDADE. Quer ver? Se eu sou cliente do Bradesco, por exemplo, eu consigo tirar dinheiro em qualquer caixa eletrônico do Brasil. Se eu sou cliente de qualquer uma das telefonias no DDD 51, isso não significa nada em SP. Eles não tem acesso a nenhum dos meus dados e eu não posso fazer nada na loja. E sou tratada como qualquer cliente, sem nenhuma vantagem (menos vantagens de quem ta migrando de outras operadoras, por exemplo).

PROBLEMA 02: CANAIS C-O-M-P-L-E-T-A-M-E-N-T-E DESCENTRALIZADOS
Além de ter uma atuação regional, ainda existem diferentes operações nos canais da marca. Na época do outro post, falei em 3 envolvimentos.






Aqui em SP, percebi que tem mais uma categoria, quando fui num desses quiosques de shopping: "Desculpa, nós não temos esse serviço ou não podemos te dar qualquer vantagem na compra, porque nós não somos uma loja, somos uma revenda". Quê???? Enquanto o mundo inteiro está discutindo maneiras de integrar os canais, a telefonia cria novas maneiras de se distanciar do consumidor. Eu chego a uma conclusão: eu não sou cliente TIM, então, eu sou cliente TIM 51 pela central de telefone e pelas lojas da minha região, sem contar as revendas. Só eu acho isso um total absurdo? Eu como consumidora, quero me envolver com a marca, da maneira que for mais rápida e eficiente pra mim, certo?






PROBLEMA 03: SERVIÇOS, PRA QUÊ?

Enquanto as outras modalidades de varejo enchem seus caixas com o lucro de serviços e produtos financeiros, o que a telefonia tem para nos oferecer? Nada! Você sabia que o lucro da Best Buy cresceu 40% depois que ela criou o Geek Squad? Enquanto isso, foi quase impossível comprar um seguro contra roubo para o meu iPhone. Depois de tentar 3 canais pra saber se minha operadora tinha esse serviço - sem sucesso - só consegui comprar na Vivo (e mesmo assim, só depois de comprar uma linha pré-paga, que tenho que manter ativa e cancelar no caso do roubo do meu outro aparelho, que nem é Vivo). Eu entendo que no universo em que as operadoras oferecem aparelhos de graça, esse serviço não parece ter valor. Mas com essa explosão de iPhones e Blackberrys, tenho certeza que muita gente teria interesse.

PROBLEMA 04: DIFICULTAR O MÁXIMO A INFORMAÇÃO
Já é difícil conseguir alguma informação no call center, que não está integrado a loja. Ou sem ficar horas intermináveis naquelas filas de atendimento absurdas, que na maioria das vezes não acaba em nada. Mas ouvi uma nova nesse final de semana, ainda mais interessante, de uma pessoa que ainda não conseguiu comprar o novo iPhone: ela pediu o telefone da loja mais próxima do seu trabalho, para ligar e saber quando o aparelho chegaria (e evitar de ter que ir todo dia a loja). Adivinha? As lojas não possuem um número comercial. Você não tem como ligar para uma loja de telefonia. Ironia?

PROBLEMA 05: NINGUÉM QUER FAZER DIFERENTE
Não adianta fazer propaganda bonita. Todas são iguais, não tem como mudar ou esperar uma atitude diferente.



Então, como esse efeito Apple, filas e uma louca corrida para adquirir novas tecnologias, eu percebo que as telefonias não estão preparadas. Enquanto a indústria enlouquece com novos gadgets, com celulares cada vez menores e integrados, fica difícil para o varejo entender uma nova dinâmica de atendimento e serviço. Eu acredito que não deva ser fácil - entendo que tem problemas de rede de distribuição, de descentralização das redes, etc. Mas não consigo evitar de pensar: será mesmo que não há espaço para o novo? Se outros setores conseguiram, o que impede a telefonia?

Então, eu lanço aqui um desafio. Será que tem alguma operadora disposta a tentar? Será que faltam ideias? Soluções mais criativas? Eu tenho no mínimo algumas para dividir. Alguém vai encarar?

imagem via weheartit

setembro 28, 2010

Carine Brancowitz

Acabei de ver uma referência muito bacana. Eu não conhecia o trabalho dessa artista francesa, que faz sua obra com Caneta e Papel. Nada de computador (veja abaixo o seu discurso sobre isso). Além de ser muito bacana, ela retrata os momentos do cotidiano.

É muito bom! Adorei.

"Em um desenho, aprisiono uma pequena parte de mim, alguma coisa que está prestes a ser esquecida. Nunca gostei de trabalhar com computador. Desenhar em papel é como correr na floresta, com o vento na cara. Desenhar um computador é correr em uma esteira na academia. A impossibilidade de fazer correções no original cria uma tensão, você se vê a beira do fracasso durante o processo inteiro".




Pra quem quer ver mais:
site e o facebook da artista.

Via: Revista Serafina / Folha de São Paulo (Setembro de 2010)

setembro 27, 2010

A felicidade embaixo de uma árvore

Pra mim funciona assim, quando estou sentindo o
cérebro cansado, stress, mau humor, irritação, tpm, medo, raiva, angústia
eu vou pra baixo de uma árvore, e minha vida se transforma.

Não é cliché, é verdade.
Essa é a minha forma de meditação, minha maneira de acalmar o coração e a mente.
Eu sempre tenho a sensação que as pessoas devem me achar uma louca (ou uma bêbada), deitada sozinha num banco simplesmente olhando pra cima. Mas é tãoo bom. Me faz tão bem!

Não me leve a mal, estou super bem aqui em Sampa. Mas eu, mais uma vez, entrei num ritmo frenético, com um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo: mudança, coisas a fazer, coisas a resolver, conta disso, senha daquilo, compra daquilo outro, um cineminha delícia, um jantar, um chopp, um passeio, quero fazer, quero fazer. Meu deus! Tudo muito do bom, mas sem tempo para minha mente mirabolante. E daí ele reclama. É bom parar-respirar-pensar antes de seguir adiante. Pausa necessária. Energias renovadas. :)

setembro 23, 2010

Música de Brinquedo

Mais um delicioso passeio cultural em SP: fui assistir o show do novo cd do Pato Fu -Música de Brinquedo.

Pra quem ainda não viu, o Pato Fu decidiu gravar um cd com instrumentos de brinquedos! Sim, aquele pianinho colorido, um mini violão e até uma daquelas galinhas de plásticos. Além de ter algumas crianças mto fofas ajudando no back vocal - que no show são alguns muppets divertidos.





O que mais chama atenção é o processo criativo desse trabalho (quem quiser ver mais, tem aqui nesse vídeo). No repertório, várias músicas nacionais e internacionais, além de algumas do próprio Pato Fu. Agora imagina o trabalho para descobrir qual combinação de brinquedos daria o som da música original!

No show, é ainda mais bacana, porque os músicos têm que trabalhar com a imprevisibilidade dos brinquedos. E até o cenário vira instrumento musical!



Vale muito a pena, mesmo pra quem não é mto fã do Pato Fu, porque o repertório de músicas é muito legal tb. #fica a dica

setembro 20, 2010

Agora atendemos em novo endereço



Depois de semanas viciada em plaquinhas de aluga-se, finalmente me mudei! Uhuu. Sou feliz propreitária, digo inquilina, de um "novíssimo" apto, bem pertinho do meu trabalho.

Todo mundo diz que se conselho fosse bom, se vendia. Mas eu não pude ignorar o que TODAS as pessoas me disseram, quando decidi mudar pra São Paulo: pra ser feliz nessa cidade louca, tem que morar perto de onde trabalha. Recado dado, recado aceito e incorporado.

Chega de flat. Chega de se sentir acampada. Agora sim, sinto que mudei de cidade mesmo! \o/
Agoraaaa, espero visitas queridas e muitos cartões postais :)
#adoro

setembro 15, 2010

Good People Share – #NBC2010

Nessa segunda e terça, participei do New Brand Communication aqui em São Paulo. A ideia é dividir boas ideias, com palestrantes mega interessantes de fora. Achei bem inspirador.

Na terça pela manhã, participei do CAMPFIRE organizado pelo Grupo de Planejamento, com o Gareth Kay - Diretor de estratégia digital - e o Robert Riccardi - Diretor de atendimento e sócio gerente - da Goodby Silverstein & Partners de São Francisco.

Os dois são responsáveis pela transformação que a agência está passando: em dois anos deixou de ser percebida como uma agência tradicional para ser uma agência relevante, criativa, com pensamento digital e conectada com os novos canais.

O papo foi bem bacana. E na palestra, à tarde, o Gareth levantou 10 pontos essências para o planejamento trazer de volta o “mojo” da propaganda. Para ele, a publicidade, de maneira geral, está muito homogênea e chata. E que é papel do planejamento retomar a relevância da propaganda, através de projetos mais interativos, integrados e que estejam conectados com a cultura das pessoas - e não apenas projetos que retratem essa cultura.

Entre esses 10 pontos, vou reforçar os 5 que achei mais importante:

1. Aceite que duas pessoas pensam melhor do que uma.

Ok, até o Gareth admitiu que esse é uma regra óbvia, mas totalmente necessária e nem sempre implementada nas agências. O que realmente é importante: não se preocupe com os créditos da ideia. Isso atrasa o processo e divide as pessoas. Nesse quesito, acho que essa é uma discussão “velha” dentro do mundo do planejamento e que temos menos preocupação com as autorias de ideias, até por sermos uma “área meio” no processo da agência.

2. Seja mais generalista e menos especialista.

Gareth comentou da “ T-SHAPED PERSON” , um conceito bem interessante para os planners. Esqueça a ideia de que cada um deve ter apenas um conhecimento específico. Isso é importante, mas o planner também deve ter um conhecimento geral ou saber percorrer outros caminhos. Ele usou muito a expressão “profissional híbrido”, que consegue ter ao mesmo tempo um conhecimento tradicional e digital.

Ele também comentou do projeto GSP DO TANK da Goodlby, que incentiva oficinas de todos os tipos de áreas. Por exemplo, criaram uma grife de camisetas. Eles não vão necessariamente comercializar esses produtos, mas a ideia é aprender com o processo criativo. Dá pra seguir lá no @gspdotank.

3. Acabe com a grande ideia!

A ordem do dia é: seja coerente. Isto é, é mais importante pra marca ter uma consistência no seu projeto de comunicação, do que uma grande ideia criativa isolada. Esse é um ponto bem importante, na minha opinião, pois muitas marcas não conseguem ter um ver esse combinação entre criatividade e intensidade. Cada projeto ou campanha é visto de forma isolada. Já falei um pouco disso, no meu primeiro post aqui no chmkt, com o case da Uniqlo.

4. Fique obcecado por games.

Os games estão mais fortes do que nunca, na cultura atual. Os jogos estão ganhando dos livros e filmes nas listas de mais vendidos. E sua essência está muito ligada a construção de um bom storytelling. Ele nos contou um pouco sobre o case da NIKE GRID, sem falar nos inúmeros aplicativos do facebook e iPhone.

5. “Você prefere ser interessante ou estar com a razão?”

Os mais curiosos sempre irão ganhar.


No final, a sensação que fica é: good people share. Em todos os sentidos. Não adianta trabalhar sozinho ou apenas com o seu ego. Olhe mais, procure mais, roube de outras áreas, combine, re-combine, crie, re-crei. Tudo com consistência e coerência.

Quer saber os outros pontos, veja aqui na cobertura do grupoTV1.

setembro 08, 2010

Quarta é dia de Chmkt!

Depois desse feriado, hora de voltar pra realidade da semana. Aproveita e dá uma passada lá no chmkt. O tema da semana: como os filmes e seriados de TV estão entrando no mundo do Varejo.
Confere lá!



















setembro 07, 2010

Keith Haring

Está rolando no Conjunto Nacional, aqui na Paulista, a exposição do Keith Haring. O André Foresti falou dela, em um dos seus posts do chmkt.

O Keith Haring foi um artista americano, de NY, que ficou conhecido pelo seu traço bem característico (essas figuras presentes em todas as telas). Ele também teve sua arte exposta em vários muros pelo mundo (incluindo o Brasil e o Muro de Berlim).

Ativista na luta contra AIDS, criou o Keith Harling Foundantion, em favor das crianças vítimas da doença.









É um artista bem POP.
Vale a visita.

E pra quem gosta, fica a dica. Na feira que acontece aos domingos no Center 3 (que fica bem na frente do Conjunto Nacional) tem uma marca de adesivos de parede, que comercializa os traços de Keith.

#passeiosdelícias

setembro 06, 2010

I heart Books

Qualquer iniciativa ligada a livros me encanta, de verdade.

Como o projeto Estante Pública, em Porto Alegre.
O MY FIRST BOOK PROJECT, que ganhou Cannes esse ano.
E até o Estante Virtual, que estou sempre comprando.

Então, imaginem a minha surpresa ao andar no Metrô de São Paulo e encontrar uma mistura de livro + varejo! Wow!

Uma ideia simples, que tem sido adotada por diversas lojas: as vending machines.
E que tal uma de livros? Amei! E R$ 5,00 gente, fiquei com muita vontade de comprar.































Ótima ideia e boa iniciativa!
Parabéns a todos os envolvidos.

setembro 05, 2010

Lojas em SP

Estou fechando meu primeiro mês em SP, e agora começo a conhecer algumas lojas, restaurantes e baladas. Confesso, que não tenho muito repertório desses lugares aqui em SP.
Ano passado, eu vinha 1 vez por mês pra cidade, mas tinha um foco bem definido: priorizava as exposições e museus. Logo, o resto ficou um pouco comprometido. Agora, dá pra fazer tudo ao mesmo tempo.

E então, esse final de semana, fui conhecer duas lojas.

1. ENDOSSA - logo que comecei a trabalhar, descobri que a Endossa ficava muito perto da agência.Esse sábado tava mais tranquila, e fui conferir. Pra quem não conhece, a Endossa é uma loja colaborativa. Os caras tiverem uma boa ideia: sublocar espaços da loja. Assim, vários pequenos "empresários" têm chance de expôr e vender seu trabalho. Bem bacana. Tive duas impressões: parece aquelas feiras de coisas bacanas (tipo Mundo Mix) e é um pouco bagunçada (já que todo mundo fica mexendo). Mas vale bastante a pena.



2. EL CABRITON - Conheci essa loja, no dia que fui almoçar com a Lucia aqui em SP. Passamos na frente, e nos chamou muita atenção. Na hora, não dava tempo de parar, mas entrou na minha lista de "things do to" - ou melhor "places to visit". É uma loja de coisas bacanas, mas principalmente camisetas. Eles também vendem Lomos e Holgas. Bem divertida.


É claro, que a pessoa não resistiu, e saiu com umas comprinhas, das duas lojas. Hehehe. Mas olha que amor as sacolas. Faz tudo parte do estudo sobre o varejo. :)


Adorei!
Se alguém tiver mais dicas de lojas, aceito sugestões.

agosto 22, 2010

A difícil arte de manter o foco em tudo

Quero fazer tudo ao mesmo tempo agora?
Não pode?

A mudança pra Sampa está me deixando com um tempo mais escasso. Não, eu não estou trabalhando 24h dentro de um escritório, sem ver o sol nascer - se essa ideia cruzou sua cabeça.

Estou bem feliz, fazendo vários programas delícias. Aproveitando o início dessa nova fase da minha vida. Que bom, que o universo está conspirando...

Agora, o mais difícil é restabelecer as minhas rotinas na capital paulista. Voltar a correr, a jogar futebol, a ler, a escrever, a ver filmes, terapia, academia, encontrar os amigos, durmir, fazer dieta... Como eu arranjava tempo pra fazer tudo isso lá? Nem eu sei...

O fato é que o blog está beeeem abandonado. Na verdade, eu tô cheia de ideias e pautas, mas não to conseguindo postar. Mas tudo ao seu tempo. O foco agora é achar uma moradia. Depois disso, tudo acalma.

Vida boa, boa vida.

imagem via weheartit

agosto 11, 2010

Frase da Semana

“If things seem under control, you’re just not going fast enough.”

do campeão de fórmula 1 Mario Andretti, via The Planning Lab.

agosto 08, 2010

Velho post novo

Estava procurando uns textos que escrevi no blog, quando achei o rascunho de um post. Foi em em Janeiro de 2007. Não me lembro exatamente o que estava passando na minha cabeça no momento, mas se encaixa muito com o que tenho vivido ultimamente.

"Quem não imaginou como seria o mundo se existisse "ctrl z" na vida real?

Existiria um universo de possiblidades.
Falou besteira - ctrl z.
Pensou alto - ctrl z.
Riu quando deveria chorar - ctrl z.
Ligou qd estava bêbado - ctrl z.
Gastou dinheiro demais - ctrl z.
Mandou uma mensagem errada - ctrl z.
Ficou sem palavras - ctrl z.

Mas como tudo na vida, tem o seu lado negativo.
Perderíamos aquele momento de empolgação, adrenalina e impulsivo - quando vc apenas fecha o olho e deixa as coisas acontecerem. Aquele momento q vc joga para o "destino" decidir. Se for bom - que maravilha. Se for ruim - melhor ter tentado, do que passar o resto da vida imaginando".

Mais de 3 anos depois, eu me dei conta. Ainda bem que não existe Ctrl z na vida. Nada melhor do que curtir a trama, mais do que seu final.... como já diria Jorge Drexler:


"Ir y venir, seguir y guiar, dar y tener,
Entrar y salir de fase.
Amar la trama más que al desenlace".